"Crente, de início, que Sócrates fora uma vítima da intolerância, resolveu acumular as funções de repórter investigativo com as de advogado de defesa do filósofo. Conforme ia se enfronhando no caso, obteve mais um furo de reportagem: segundo Stone apurou, o inventor da maiêutica não foi propriamente um santo, nem a Atenas daquele tempo o berço da democracia relativa. Seu livro despertou polêmicas nos EUA. Nem todo mundo gostou de saber que Sócrates só se preocupava com sua liberdade de expressão e, no fundo, cavou sua própria execução." prefácio de Sérgio Augusto
STONE, I.F. O Julgamento de Sócrates. 4a ed. São Paulo: COMPANHIA DAS LETRAS, 1993.
Brochura, 279 páginas, ótimo estado.
R$ 18,00